Corinthians vence vasco — Tem jogo que entra na história pela beleza. E tem jogo que entra pela raça. O Corinthians fez o segundo tipo neste domingo, na Neo Química Arena, e ninguém que estava lá vai esquecer cedo. Um a zero sobre o Vasco, com um homem a menos durante toda a segunda etapa, e a torcida na garganta o tempo todo. Três pontos que valem muito mais do que parecem na tabela.
Neste artigo:
- O CONTEXTO DA PARTIDA
- A TÁTICA DE DINIZ ANTES DA EXPULSÃO
- O GOL DE MATHEUS BIDU
- A EXPULSÃO QUE MUDOU TUDO
- O SEGUNDO TEMPO
- A INVENCIBILIDADE DE DINIZ
- O QUE O VASCO ERROU
- O QUE ESSE RESULTADO SIGNIFICA
- O QUE ESPERAR DAS PRÓXIMAS RODADAS
O CONTEXTO DA PARTIDA
O Timão chegou para esse jogo ainda dentro da zona de rebaixamento, aquele lugar incômodo que um clube do tamanho do Corinthians não deveria conhecer tão bem. A pressão era enorme. A Neo Química Arena estava cheia, com aquela energia elétrica de quem sabe que o resultado importa de verdade. Fernando Diniz, que assumiu o comando da equipe há pouco mais de um mês, já havia dado sinais de que a bagunça defensiva do começo do ano estava sendo arrumada. Mas uma coisa é arrumar a casa contra times medianos. Outra é segurar o Vasco com dez homens em campo por 45 minutos inteiros.
A TÁTICA DE DINIZ ANTES DA EXPULSÃO
O cenário envolvendo corinthians vence vasco segue em evolução. Sobre corinthians vence vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
No primeiro tempo, o Corinthians jogou bem. Melhor do que eu esperava, confesso. A equipe pressionava, trocava passes com mais velocidade do que nas rodadas anteriores e criava situações de perigo com certa regularidade. O problema era a última ação. A bola chegava na área, mas o acabamento faltava. Até que, aos 37 minutos, uma jogada trabalhada resolveu tudo.
O GOL DE MATHEUS BIDU
Vitinho começou a jogada no meio-campo, rolou para Rodrigo Garro, e o argentino fez o que sabe fazer: um passe de categoria diferente, no espaço, encontrando Matheus Bidu em liberdade dentro da área. O lateral dominou limpo e bateu com a perna direita no canto. Léo Jardim não chegou perto. A Neo Química explodiu. Bidu correu para a torcida com aquela cara de quem precisava daquele gol tanto quanto o clube precisava da vitória. É um lateral que jogou boa parte da temporada sendo questionado, e respondeu da melhor forma possível: com um golaço em momento decisivo. O cenário envolvendo corinthians vence vasco segue em evolução.
Garro, aliás, merece um parágrafo à parte. O camisa dez corintiano está numa evolução clara. O passe de letra para o gol foi a cereja, mas durante todo o primeiro tempo ele foi o jogador que mais tentou criar, que mais arriscou. Tem algo acontecendo ali, e Diniz parece estar encontrando como tirar o melhor do argentino. A situação de corinthians vence vasco merece atenção dos torcedores.
A EXPULSÃO QUE MUDOU TUDO
Aí veio o balde de água fria. Aos 44 minutos do primeiro tempo, André entrou em disputa com Thiago Mendes no meio-campo e acertou uma tesoura. O árbitro Davi de Oliveira Lacerda não teve dúvida: cartão vermelho direto. Sem discussão, sem apelação. O próprio PC de Oliveira, comentarista de arbitragem, concordou com a decisão. A situação de corinthians vence vasco merece atenção dos torcedores.
Difícil engolir esse momento. Era o pior horário possível para uma expulsão. O Corinthians estava na frente, jogando bem, com a torcida empurrada. E aí, num lance desnecessário, André entregou o segundo tempo de bandeja para o Vasco. Vale lembrar que essa foi a segunda expulsão do volante em apenas seis jogos sob o comando de Diniz. Na saída de campo, ele foi vaiado por parte da torcida e levou uma chamada de atenção do treinador. Ele saiu visivelmente abalado, cabisbaixo. Me parece que Fernando Diniz vai ter uma conversa séria com esse jogador durante a semana.
O SEGUNDO TEMPO
CORAÇÃO NA GARGANTA – Sobre corinthians vence vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
O intervalo serviu para Diniz reorganizar tudo. Com dez homens, a única saída era fechar os espaços, aguentar a pressão e tentar segurar o placar. O Vasco voltou para o segundo tempo diferente: mais intenso, mais agressivo, com Felipe Anderson e Vegetti buscando a bola com insistência. A Neo Química ficou em silêncio em alguns momentos, aquele silêncio tenso de quem torce mas tem medo de celebrar antes da hora. Sobre corinthians vence vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
O goleiro Hugo Souza foi o personagem do segundo tempo. O Vasco criou, chegou a assustar em algumas finalizações, e Hugo foi lá colocar a mão. Não foi um show individual espetacular, daqueles que rendem manchete fácil, mas foi consistente, firme, do jeito que um time com um jogador a menos precisa do seu goleiro. A defesa do Corinthians também merece crédito coletivo. Todo o setor recuou, abriu mão de qualquer ambição ofensiva e transformou a área em uma fortaleza.
A INVENCIBILIDADE DE DINIZ
Com essa vitória, Fernando Diniz segue invicto após seis jogos à frente do Corinthians. Seis partidas, seis sem derrota, e a defesa zerada em mais uma delas. Para um treinador que chegou ao clube em meio ao caos, com o time afundando no Z4 e uma atmosfera pesada, esse retrospecto é impressionante. Diniz construiu sua carreira com a fama de querer jogar bonito, de privilegiar a posse de bola e o ataque. Mas o que ele está mostrando no Corinthians é outra faceta: a capacidade de organizar um time defensivamente, de fazer um grupo compacto e difícil de ser batido mesmo em situação adversa. O cenário envolvendo corinthians vence vasco segue em evolução. O cenário envolvendo corinthians vence vasco segue em evolução.
Isso não quer dizer que o trabalho está pronto. Longe disso. O Corinthians ainda tem inconsistências no ataque, ainda depende muito de momentos individuais para criar chances claras, e o problema das expulsões precisa ser resolvido com urgência. Mas a direção é boa, e os resultados estão vindo.
O QUE O VASCO ERROU
Do lado do Vasco, é preciso dizer: a equipe não aproveitou a vantagem numérica da forma que poderia. Com um homem a mais por 45 minutos contra um adversário que estava na zona de rebaixamento, em casa, o esperado era mais pressão, mais objetividade. O time carioca tentou, chegou a criar algumas situações, mas faltou precisão na hora de finalizar. Vegetti ficou muito isolado em alguns momentos. Felipe Anderson sumiu em fases importantes do jogo. A equipe de São Januário vai ter que trabalhar bastante essa semana, porque esse é o tipo de resultado que dói. A situação de corinthians vence vasco merece atenção dos torcedores.
O QUE ESSE RESULTADO SIGNIFICA
A situação de corinthians vence vasco merece atenção dos torcedores.
Para o Corinthians, a vitória tem um significado que vai além dos três pontos. O clube saiu da zona de rebaixamento. Simples assim. E fez isso do jeito mais Corinthians possível: sofrendo, lutando, com a torcida gritando até o apito final. Tem uma identidade começando a se formar nesse time, uma identidade de equipe guerreira, que não se entrega. Pode parerar clichê, mas na prática é o que separa times que sobem da tabela dos que ficam atolados lá embaixo.
A Neo Química Arena saiu satisfeita. Não foi uma goleada, não foi uma exibição de gala, mas foi uma vitória que o torcedor corintiano vai guardar com carinho. O apito final foi recebido com um barulho enorme, aquele tipo de comemoração que mistura alívio com orgulho. O Corinthians mostrou caráter hoje, e isso, no futebol, tem valor inestimável. Sobre corinthians vence vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
O QUE ESPERAR DAS PRÓXIMAS RODADAS
Com o moral lá em cima e a invencibilidade intacta, o Corinthians chega para as próximas rodadas em situação muito mais confortável do que estava há três semanas. A manutenção da série invicta sob Diniz vai depender de dois fatores principais: a resolução do problema disciplinar, com as expulsões que têm custado caro, e a melhora na criação ofensiva para não depender tanto de um golaço individual para sair com o resultado. Sobre corinthians vence vasco, vale acompanhar os próximos capítulos.
Garro precisa de consistência. Bidu precisa repetir o que fez hoje com mais frequência. E André, principalmente André, precisa aprender a controlar o ímpeto em campo. Com esses ajustes, esse Corinthians tem tudo para continuar subindo na tabela e transformar o que era catastrófico no início do ano em uma temporada minimamente digna. Por enquanto, três pontos, fora do Z4, e uma torcida que voltou para casa acreditando um pouco mais. Às vezes, é exatamente isso que um clube grande precisa. O cenário envolvendo corinthians vence vasco segue em evolução.
Fonte oficial: CBF




